Agenda, Santos(as) e Bem-aventurados(as) deste dia 16 de outubro

15/10/2011 00:00

Agenda deste dia 16 de outubro

Vaticano: O santo Padre preside a Santa Missa, na Basílica Vaticana, no encerramento do encontro sobre a nova evangelização, às 9h30 (-4h de Brasília) e ao meio dia (hora local, -4h de Brasília) reza a oração mariana do Ângelus com os fiéis reunidos na praça de São Pedro.

Santas(os) e Bem-aventuradas(os) deste dia 16 de outubro

 

Bem-aventurada Virgem Maria da Providência

Santo Amando e Juniano, eremitas em Limogens (centro-oeste da França)

Santo Anastásio de Cluny [Veneza, Itália, início do séc. XI - Doydes, França, 1085 ou 1086], monge a Mont-Saint-Michel, em Tombelaine e, depois de 1067, em Cluny. Sete anos depois, por ordem do papa Gregório VII, realizou pregações na Espanha e voltou, depois, para Ckuny. Faleceu durante uma viagem a Doydes.

São Bertrando de Cominges (sudoeste da França), bispo, séc. XI

Santa Bonita de Brioude (Clermond-Ferrand, França), virgem

Santo Elífio, mártir em Toul, na França

São Galo [Irlanda, entre 532 e 550 – Arbon, Suíça, entre 627 e 645]. Discípulo de são Columbano, tomou o hábito religioso no mosteiro de Bangor. Acompanhou, depois, são Columbano até a Inglaterra e, daí, até a Gália (atual França), onde se fixou com seu mestre no mosteiro de Luxeuil. Expulso de Luxeuil por ordem do rei Teodorico, depois de várias peregrinações e depois de ter se separado de são Columbano, que tinha se refugiado na Itália, fundou perto do lago de Constança o célebre mosteiro de São Galo (Saint Gallen).

Santa Edwiges, religiosa, duquesa da Silésia e de Polônia, Andescj, Baviera (Alemanha), 1174 - Trzebnica, Polônia, 15 de outubro de 1243

Santa Edwiges é a padroeira dos pobres e endividados. Ela nasceu em Baviera, Alemanha no ano de 1174 . Casou-se com o duque da Silésia, Henrique I, quando tinha apenas 12 anos de idade, tendo com ele seis filhos. Foi uma mulher marcada pelo sofrimento, pois acompanhou a morte de um a um de seus filhos, restando-lhe apenas a filha Gertrudes. Como esposa Edwiges soube ser exemplo e com dedicação, conseguiu conciliar os seus deveres e a sua dedicação ao serviço dos necessitados: protegia os órfãos e as viúvas, visitando hospitais, amparando a juventude carente, educando e instruindo-a na fé cristã. Contam os historiadores que Santa Edwiges destinava quase tudo que tinha para socorrer os pobres e necessitados. Após a morte do marido, retirou-se para o convento onde a sua filha Gertrudes era abadessa, dedicando o resto dos seus dias à austeridade. Santa Edwiges morreu no Mosteiro de Trebnitz, consumida pela penitência no dia 15 de outubro de 1243.

Santos Ferdinand Perez e Luis Blanc, mártires mercedários espanhóis, + Tunis (Tunísia), 1250

São Fortunato de Casei, mártir em Sion (Suíça), + 286

São Galo, eremita em Bregenz, Nascido na Irlanda - Bregenz, Suíça, 630

São Gauderico, agricultor na área dos Pireneus franceses, grande devoto de Nossa Senhora

São Geraldo Majela [Muro Lucano, Potenza, sul da Itália, 1726 – Materdomini, Avellino, 1755]. Entrou em 1749 na Congregação do Santíssimo Redentor (Redentoristas), pronunciou os votos e 1752. Animado por um profundo espírito de humildade e de caridade, foi dotado de extraordinários carismas. Sem muita instrução, deixou elevadas cartas espirituais e um Regulamento de vida. Beatificado em 1893, foi canonizado em 1904. É padroeiro das parturientes.

São Longinho, mártir, soldado romano que transpassou o coração de Cristo morto na cruz

São Lulo, bispo de Mainz, Alemanha (Wessex, Inglaterra, 710 – Hersfeld, Hessen, 786). Peregrino em Roma, aí conheceu são Bonifácio, que seguiu (732) na Alemanha, tornando-se companheiro predileto, e por quem foi consagrado bispo em 752, sucedendo-o no bispado de Mainz em 755. Continuador do espírito e da atividade do apóstolo da Alemanha, recebeu em 780 o pálio arquiepiscopal das mãos do papa Alexandre I. Em 786 retirou-se no mosteiro de Hersfeld por ele mesmo fundado.

Santa Margarida Maria Alacoque, religiosa visitandina francesa (Verosvre, Charolais, 1647 – Paray-le-Monial, Saona e Loira, 1690). Tendo-se dedicado desde a adolescência às obras da caridade, entrou entre as religiosas visitandinas de Paray-le-Monial em 1672. Teve três visões de Jesus(1673, 1674, 1675),durante as quais lhe foi confiada a missão de divulgar a devoção ao sagrado Coração de Jesus e fazer instituir uma festa em sua honra, na sexta-feira após a oitava da festa do Corpo de Deus. A mensagem de santa Margarida Maria, assumido e divulgado pelo seu diretor espiritual, o padre Claude de la Colombière, foi atacado nos ambientes jansenistas do séc. XVIII, mas triunfou no séc. XIX e Paray-les-Monial tornou-se meta de muitas romarias. Foi canonizada em 1920.

Santos Martiniano, Saturiano e Máxima, mártires no Norte da África durante a invasão dos Vãndalos, séc. V

São Momolino de Noyon, bispo, + Noyon, França, 686

São Vital, eremita em Retz perto de Nantes, na Bretanha (França)

Bem-aventurados deste dia

AgostinhoThevarparampil (Kunjachan), sacerdote, Ramapuran (Kerala), Índia, 01 de abril de 1891 – 16 de outubro de 1973

Anicet Wojciech Koplinski e Jozef Jankowski, sacerdotes e mártires, + Auschwitz, Polônia, 16 de outubro de 1941

Bononato Marimondi, mercedário do convento de Santa Eulália de Lérida (Espanha)

Gerardo da Claraval, abade assassinado por um monge

Josefina Vannini

Giuditta nasceu em 17 de julho de 1859, em Roma, Itália. Aos sete anos, ficou órfã dos pais, Ângelo Vannini e Anunziata Papi, e foi separada dos irmãos. O mais novo ficou com um tio; a mais velha, com as irmãs de São José; e ela foi enviada para o Orfanato das Filhas da Caridade, em Roma, que a educaram dentro da fé cristã e a prepararam para a vida, com o diploma de professora. Aos vinte e um anos de idade, ingressou como noviça das Filhas da Caridade, em Siena. Não se adaptando às Regras da Congregação, voltou para o orfanato como professora. Mas sentia o chamado para a vida religiosa, por isso cada vez mais rezava e fazia penitências. Em 1891, quando participava de um retiro orientado pelo padre camiliano Luiz Tezza, agora proclamado santo, resolveu aconselhar-se com ele. Esse padre estava encarregado de renovar as Terciárias Camilianas e naquele momento teve uma inspiração: afiançar àquela jovem a realização do projeto. Giuditta, confiando no sinal dado por Deus, aceitou a tarefa. Tão logo se confirmou seu temperamento de fundadora e religiosa, padre Tezza informou à Ordem dos Camilianos que obtivera a autorização do cardeal de Roma para dar seqüência à iniciativa. Em 1892, Giuditta e mais duas religiosas formaram a primeira comunidade da nova família camiliana. No ano seguinte, vestiram o hábito e ela foi nomeada superiora, adotando o nome Josefina. As Regras da Congregação foram formuladas e a finalidade definida: dar assistência aos doentes, em domicílio também. No final de 1894, eram quatro casas e as dificuldades financeiras, imensas. Precisavam da autorização definitiva do Vaticano, com urgência. Naquele ano, o papa Leão XIII havia decidido não aprovar novas congregações religiosas em Roma. Para as irmãs tudo parecia perdido. Entretanto madre Josefina agiu como fundadora e recorreu ao velho conselheiro, padre Tezza. Ele, contando com o apoio do cardeal de Roma, redirecionou as atividades das religiosas para uma "pia associação" com dependência total do cardeal, até a aprovação final. Assim, a Obra pôde continuar. Em 1900, padre Tezza foi transferido para a América Latina. E manteve apenas uma correspondência epistolar com a fundadora e a Congregação até morrer, em 1923, na cidade de Lima, Peru. Porém o distanciamento do precioso conselheiro não esmoreceu madre Josefina. Ela manteve o ânimo das irmãs e o peso do recente Instituto. Amparada na segurança da ajuda da Divina Providência e confiante na fé em Cristo, estendeu a Instituição para várias localidades da Europa e da América do Sul. Madre Josefina, mesmo com a saúde debilitada por uma doença do coração, visitava as novas casas acompanhando as irmãs, com amabilidade e vigor. Em 1909, depois de tantas resistências, receberam a tão esperada autorização eclesiástica e tornaram-se uma Congregação religiosa com o título de "Filhas de São Camilo". Após alguns meses de sofrimento ocasionado pela enfermidade, a fundadora morreu em 23 de fevereiro de 1911. Madre Josefina Vannini foi beatificada pelo papa João Paulo II em 16 de outubro de 1994.

Lutgarda de Wittichen (Alemanha), abadessa, Schenkenzell, Kinzigtal (Floresta negra), 1291 - Wittichen, 1348